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Arcebispo de Fortaleza decreta a proibição de bebidas alcoólicas em eventos da igreja

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    dialogoce
  • 17 de jan.
  • 2 min de leitura

A medida, adotada como gesto concreto do Jubileu da Esperança, tem como objetivo promover a vida, a harmonia e o bem-estar das famílias e comunidades, conforme deliberado na Assembleia do Clero realizada entre os dias 6 e 10 de janeiro de 2025.

Foto: Reprodução
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A Arquidiocese de Fortaleza publicou um decreto que proíbe o uso e comercialização de bebidas alcoólicas em festas, eventos e celebrações promovidas em seu território. A medida, adotada como gesto concreto do Jubileu da Esperança, tem como objetivo promover a vida, a harmonia e o bem-estar das famílias e comunidades, conforme deliberado na Assembleia do Clero realizada entre os dias 6 e 10 de janeiro de 2025.


A decisão é fundamentada na bula Spes non confundit ( A Esperança não decepciona ), do Papa Francisco, que ressalta que a esperança deve ser um sinal visível especialmente em tempos desafiadores. A medida também segue as orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que afirma no documento 100: “A venda de bebida alcoólica contrasta com os programas de defesa da vida e combate à drogadição que a Igreja promove”.


O arcebispo de Fortaleza, Dom Gregório Paixão, OSB, que assina o Decreto, destaca a importância da iniciativa para a renovação da fé e dos valores cristãos. “É urgente a conversão das comunidades paroquiais para evitar o contratestemunho de promoção do consumo de álcool em quermesses ou outras atividades recreativas da comunidade”, escreveu.


O documento orienta sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos a garantir que os eventos arquidiocesanos sejam realizados sem a presença de bebidas alcoólicas. Em seu lugar, espera-se a promoção de “alternativas saudáveis e espiritualmente edificantes” para todos os participantes.


Com vigência imediata, a decisão é considerada um “sinal de unidade e compromisso com a fé” e reforça o propósito do Jubileu da Esperança de renovar o compromisso com Cristo e com a Igreja. “Que a graça do Senhor nos acompanhe neste Jubileu da Esperança”, conclui Dom Gregório.


Confira na integra o decreto:




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