top of page

Anvisa determina a retirada de alguns suplementos do mercado; saiba quais

Foto do escritor: dialogoce
dialogoce
17 de ago.
2 min de leitura

A decisão inclui a proibição da fabricação, venda, distribuição, importação, divulgação e uso dos produtos.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma série de irregularidades levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a determinar a retirada de suplementos alimentares das marcas Newfit, Shark Pro e Mounja Gummy do mercado. A decisão inclui a proibição da fabricação, venda, distribuição, importação, divulgação e uso dos produtos. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (17), por meio das Resoluções-RE nº 3.242/2026 e nº 3.244/2026.


No caso da Newfit, análises laboratoriais encontraram substâncias que não estavam informadas na composição do produto. Já a fiscalização do Shark Pro identificou falhas no processo de fabricação. O Mounja Gummy, por sua vez, não possui registro, notificação ou cadastro junto à Anvisa.


Uma análise feita pelo Laboratório de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) identificou sibutramina, fluoxetina e furosemida em um suplemento da marca Newfit. Segundo a Anvisa, as substâncias não estavam declaradas na rotulagem do produto. Diante da irregularidade, a agência determinou a apreensão e a retirada dos suplementos de circulação.


Uma inspeção realizada pela Vigilância Sanitária de Capivari, em São Paulo, encontrou problemas considerados graves no processo de fabricação dos suplementos Shark Pro.


Entre as irregularidades identificadas estão:


ausência de controle de qualidade das matérias-primas;

armazenamento inadequado dos insumos;

falta de registros de manutenção preventiva dos equipamentos;

ausência de estudos de estabilidade dos suplementos;

falta de regularização de alguns produtos junto à Anvisa.

Mounja Gummy não tem regularização na Anvisa


A agência também determinou a suspensão dos produtos comercializados como Mounja Gummy. Conforme a Anvisa, não há registro, notificação ou cadastro do produto nos sistemas da agência. Por isso, além da apreensão, foram proibidas a fabricação, comercialização, distribuição, importação, divulgação e utilização dos produtos.


As medidas sanitárias publicadas pela Anvisa também determinam a apreensão do lote 10008808 do medicamento Trodelvy, classificado pela agência como falsificado. A Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil Ltda., responsável pelo registro do medicamento no país, informou à Anvisa que não reconhece o lote mencionado. A agência orienta que os produtos alcançados pelas determinações sejam retirados de circulação e não sejam comercializados ou utilizados.


Comentários


bottom of page